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Um grande desafio e simplesmente fascinante. É mergulhar num mundo exótico e encantador, cada passo uma surpresa! Muito a descobrir e a desvendar. Moçambique...sua beleza, sua cultura, seu povo. Segunda-feira, Setembro 26, 2005 Dia da Revolução e das Forças Armadas de Libertação Nacional No dia 25 de Setembro de 1964 algumas centenas de homens iniciaram em Cabo Delgado a Luta Armada pela Libertação Nacional. "Atividades culturais, comícios e homenagens aos heróis nacionais assinalaram hoje em Moçambique a passagem do 41º aniversário do início da luta contra a dominação colonial portuguesa. Segundo a história oficial moçambicana, foi a 25 de Setembro de 1964 que o general Alberto Chipande, à frente de uma unidade militar da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), disparou o primeiro tiro contra a administração colonial portuguesa, em Chai, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, dando início à guerra de libertação do país. A FRELIMO, sob a direção do seu primeiro presidente, Eduardo Mondlane, morto em 1969 num atentado à bomba atribuído à PIDE, viu-se forçada a pegar em armas, perante a recusa do regime colonial português de António Oliveira Salazar de aceitar a independência de Moçambique. O conflito só terminou a 07 de Setembro de 1974, depois de o governo português saído do golpe de Estado de Abril de 1974 ter aceito o histórico "Acordo de Lusaca", que lançou as bases para a independência de Moçambique, proclamada a 25 de Junho de 1975 pelo primeiro Presidente de Moçambique pós-independência, Samora Machel. Contudo, um ano depois, o país mergulhou numa devastadora guerra civil de 16 anos, opondo as tropas governamentais da FRELIMO e a antiga guerrilha da RENAMO, primeiro apoiada pelo regime colonialista da Rodésia, hoje Zimbabué, e mais tarde pelo antigo regime do "apartheid" da África do Sul. A guerra civil terminou a 4 de Outubro de 1992, por força do Acordo de Roma." Este dia é comemorado anualmente como o Dia das Forças Armadas de Moçambique. Outra versão desta história. Fonte: Notícias Lusófonas - 25.09.2005 postado por: Família Fortes 4:42 PM Faça agora seu comentário: Quarta-feira, Setembro 07, 2005 Campanha de Vacinação Hoje aproveitando o feriado, saimos para um passeio pela cidade, o Gabriel estava feliz da vida! Até que vi um grupo de pessoas fazendo campanha de vacinação, sabia que já havia começado, mas ia dar durante a semana, mudei de idéia. Avisei a ele que era dia de vacina e ele falou: "sorô" - Chorou -, relembrando das vezes que tomou injeção por conta do antobiótico que teve que tomar durante 5 longos dias. Já havia dado estas vacinas para ele há 2 meses atrás, todas as sua vacinas estão em dia, mas como minha preocupação é a prevenção achei seguro que ele participasse desta, já que é vacinação em massa. A vacinação busca a prevenção do Sarampo que não foi controlado e por aqui ainda mata muita criança, pólio e vitamina A. Apesar da resisitência dele em tomar as gotinhas - precisou de cinco pessoas para segurar -, foi tudo bem e eu fiquei mais tranqüila. Coisas de mãe...outra coisa que achei bem curiosa foi que para que não haja o perigo de se vacinar mais de uma vez a mesma criança, marcam o dedinho com uma tinha roxa, parece violeta genciana, ele curioso não entendeu muito, mas esperto como é, entrou logo na onda e depois relaxou. Eu, agora com uma máquina maior, fotografei a cena...não posso deixar passar, impossível!
postado por: Família Fortes 9:26 AM Faça agora seu comentário: Dia da Vitória - Acordo de Lusaka (Acordo de Paz) Aqui hoje se comemora o dia da Vitória ou Acordo de Lusaka. Finalmente, a guerra terminou com os Acordos de Lusaka, assinados a 7 de Setembro de 1974 entre o governo português e a FRELIMO, na sequência da Revolução dos Cravos. Ao abrigo desse acordo, foi formado um Governo de Transição, chefiado por Joaquim Chissano, que incluía ministros nomeados pelo governo português e outros nomeados pela FRELIMO. A soberania portuguesa era representada por um Alto Comissário, que foi Víctor Crespo. A Guerra Civil. Apesar da transição para a independência ter sido pacífica, Moçambique não conheceu a Paz durante muitos anos. Imediatamente a seguir à independência, alguns militares (ou ex-militares) portugueses e dissidentes da FRELIMO instalaram-se na Rodésia, que vivia uma situação de "independência unilateral" não reconhecida pela maior parte dos países do mundo. O regime de Ian Smith, já a braços com um movimento interno de resistência que aparentemente tinha algumas bases em Moçambique, aproveitou esses dissidentes para atacar essas bases. Saiba mais...
postado por: Família Fortes 9:09 AM Faça agora seu comentário: Home Página Principal
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